A entidade da cafonice

A entidade da cafonice facebookiana assola, democraticamente, almas de virgens e periguetes. Da pombagira, cujo beijo é o mais viciante da net, à donzela apaixonada que espera um namorado dos céus (às vezes a entidade se manifesta dos dois modos, ao mesmo tempo, pela mesma pessoa).

Pazuzu ou Baal, uma vez encaramunhados numa Regan ou Emily Rose, dobram colunas, forçam dizer atrocidades. A manifestação trevosa da cafonice facebookiana não fica pra trás. Furta da vítima todo e qualquer senso crítico do ridículo e da falta de pontuação. Como diziam lá no Orkut, sofre-se também de desilusão amorosa-ortográfica.


Haja trabalho para os exorcistas bloqueadores. Amém.

 
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